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A luz de um novo dia, Torey Hayden

Terça-feira, 13.04.10

 

 

Torey Hayden já se tornou, desde 2008, numa das minhas escritoras preferidas. Mal terminei a minha leitura de A luz de um novo dia só me apeteceu gritar: "Ainda bem que existem pessoas como Torey! O mundo seria bem melhor se muitos de nós fossemos como ela."

A luz de um novo dia (Beautiful Child, no original) é surpreendente pela dura realidade que ali é transcrita. Mais uma vez, Torey leva-nos até uma das suas turmas de ensino especial e conta-nos como foi o seu ano lectivo e as aventuras passadas com a sua turma de meninos especiais.

Um ponto a ter em conta é a minha noção e a minha perspectiva de "ser aluno de ensino especial". Não se é "aluno de ensino especial" pelo sentido pejurativo e por terem mais dificuldades de aprendizagem com relação a outros meninos. São especiais porque nelas está o amor no sentido mais puro da palavra.

Conheci Torey Hayden pessoalmente na Feira do Livro de Lisboa de 2009 e, enquanto esperava na fila para que me autografasse as suas obras, revivia as suas histórias e quando olhava para ela pensava como ela seria uma pessoa feliz por ter partilhado momentos tão mágicos e tão puros com as suas crianças.

 

Na minha opinião, o único aspecto menos positivo foi a escolha portuguesa para o título.  Porquê A luz de um novo dia e não apenas traduzir à letra (há vezes que não têm sentido em português, mas desta vez sim) do título em inglês e ser simplesmente Menina Linda?

Quem leu ou quem pretende ler a obra, entender-me-á. É apenas uma opinião!

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A criança que não queria falar, Torey Hayden

Segunda-feira, 06.07.09

Já não é a primeira vez que falo aqui de Torey Hayden e é oficial: tornei-me sua fã incondicional.

 

A primeira que tive contacto com a sua literatura foi em Dezembro de 2007, quando ofereci A menina que nunca chorava a uma ex-colega de trabalho (post de 09 Janeiro de 2008) e ficou completamente maravilhada com a experiência de vida de Torey Hayden.

Na última Feira do Livro de Lisboa, no seu último dia, tive a oportunidade de conhecer a escritora pessoalmente e comprei mais alguns títulos da sua obra.


Se querem fazer as coisas como devem ser feitas, primeiro devrão ler A criança que não queria falar e só depois A menina que nunca chorava. Dos muitos livros que tenho lido ultimamente, já fazia algum tempo que eu dáva por mim e a minha cara expressava cada palavra lida. Ficava triste e num segundo depois ria-me com as coisas típicas de criança que Sheila fazia.

 

A criança que não queria falar é a história de Torey, uma professora que ensina crianças com dificuldades mentais e emocionais e de Sheila, a sua aluna de seis anos, a qual foi abandonada pela mãe e que, se ao início se mostrava uma criança difícil de se "moldar", mostrou-se ser aquilo que era na verdade ... uma criança que só necessitava de amor e de atenção.

 

 

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A menina que nunca chorava, Torey Hayden

Quarta-feira, 09.01.08


Em Dezembro, no meio das inevitáveis compras de Natal, fiquei encarregue de encontrar uma prenda para a Cláudia, uma colega de trabalho.
Como um livro é sempre uma boa oferta para se dar a quem gosta de ler, mesmo sendo uma oferta previsível, fui à busca de um que poderia agradar à Cláudia.
Entre uns títulos mais comerciais do que outros, encontrei um que me chamou à atenção - A menina que nunca chorava, de Torey Hayden.
Nunca tinha ouvido falar na escritora e só soube que tinha mais livros publicados porque, ao lado do A menina que nunca chorava, estava A criança que não queria falar.
Li o resumo do livro e a história cativou-me. É um tipo de literatura que habitualmente não leio mas fiquei encantada com a história. Primeiro por ser verídica e segundo por ser tão didáctica.
A menina que nunca chorava é uma história verídica escrita por Torey Hayden, uma professora de educação especial que, passado alguns anos após uma experiência de vida com uma das alunas (Sheila), resolveu procurar esta menina e saber o que tinha sido feito dela. Teria continuado a mesma menina que chegou à sua sala suja e calada?! Será que Sheila se recordava da presença e da importância que Torey teve na sua vida quando tinha apenas 6 anos de idade?
O livro é maravilhoso. Foi pena eu ter lido este primeiro porque A menina que nunca chorava é uma continuação do A criança que não queria falar.

Inicialmente, Torey Hayden não intencionava escrever uma sequela de A criança que não queria falar. Quando A criança que não queria falar foi publicado, o seu editor pensou que a vida de Sheila era tão obscura e tão triste que seria melhor não se falar mais sobre ela. Torey também pensou o mesmo porque o livro tinha deixado o leitor na esperança do final "e viveram felizes para sempre".

Ainda bem que escreveu!

Sheila é uma prova viva que, mesmo sendo mal tratada, tendo uma vida miserável, não tendo sido amada pelos pais em criança, podemos ser bons adultos, apesar de Sheila ter sempre em si a sua irreverência e fazer apenas o que realmente quer.

Não poderia acabar este desabafo sem dar a indicação do site oficial de Torey Hayden - www.torey-hayden.com. Lá poderão saber mais sobre as obras mencionais, bem como de outras que deverão ser verdadeiramente cativantes.



 

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